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Camadas da História: O trabalho de arqueologia no Paço

Em meio às obras no Paço de São Cristóvão, arqueólogos avançam nas ações de monitoramento, prospecção e resgate arqueológico do sítio histórico. O trabalho revela informações culturais relacionadas ao edifício e aos seus ocupantes em diferentes momentos da história, além de contribuir com o desenvolvimento dos projetos de arquitetura, restauro e museografia.

Para apresentar mais detalhes sobre essas ações, está disponível no perfil do Museu no Instagram a série de vídeos “Camadas da História: O trabalho de arqueologia no Paço. Serão quatro episódios quinzenais, sempre às segundas-feiras, a partir do dia 9 de fevereiro. Acompanhe!

EPISÓDIO 1

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Alguns artefatos e achados arquitetônicos já estão revelados e serão incorporados às futuras exposições de longa duração do Museu. Entre eles, partes da estrutura de uma antiga capela; vestígios de pisos e calçamentos em áreas nobres do palácio, como a escadaria monumental e o trajeto entre pátio do Chafariz e o Jardim das Princesas; fragmentos de porcelana; e a estrutura de uma cisterna do século XIX.

Cisterna do século XIX encontrada nas imediações do prédio anexo ao Paço. Foto de Felipe Cohen/PMNV

De acordo com o professor Marcos André Torres de Souza, que coordena a pesquisa e o monitoramento arqueológico no Paço, “esses achados têm o potencial de expor a arqueologia do Museu ao futuro visitante, permitindo tanto a exibição de estruturas arquitetônicas que estavam encobertas e que ajudam a contar a rica história do edifício que abrigou a Família Real e Imperial, quanto a recuperação de artefatos que contam a história das pessoas que viveram e trabalharam nas suas dependências”.

Monitoramento arqueológico do sítio histórico. Créditos: Felipe Cohen/PMNV

Segundo Larissa Graça, gestora técnica e estratégica do Projeto Museu Nacional Vive, “o trabalho de restauração do palácio também tem resultado em descobertas importantes, como pinturas artísticas e elementos decorativos originais que serão incorporados ao Circuito História, Ciência e Sociedade, integrando a museografia e possibilitando ao público novas camadas de conhecimentos acerca do edifício”, destaca a arquiteta.

A atuação conjunta entre equipes técnicas e órgãos de preservação como o IPHAN tem garantido intervenções mais assertivas. “Outro exemplo é que decidimos manter à mostra uma parede com vestígios de uma fachada do século XIX, sendo um testemunho das alterações na arquitetura do palácio ao longo do tempo”, complementa Larissa.

 


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