Museu Nacional Vive

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Resgate de acervos

Nem tudo foi perdido! Logo após o incêndio, foi criado o Núcleo de Resgate de Acervos Científicos do Museu Nacional e, graças ao trabalho intenso de uma equipe multidisciplinar, milhares de objetos de grande importância histórica e científica foram resgatados.

Faça o download da publicação 500 dias de resgate – Memória, coragem e imagem e saiba mais sobre o trabalho realizado até abril de 2021.

BENDEGÓ RESISTE!

O público lembra bem daquele meteorito imponente, que impressionava a todos, logo na entrada do Palácio. Pesando 5,6 toneladas, o Bendegó resistiu ao incêndio e ainda será muito observado por pesquisadores e visitantes.Informação como legenda: O Bendegó foi achado em 1784, no interior da Bahia. Em 1887, Dom Pedro II empenhou esforços para trazê-lo ao Rio de Janeiro, com apoio da Sociedade Brasileira de Geografia. Após quase um ano de viagem, o meteorito chegou ao Museu Nacional.

O Meteorito Bendegó resistiu ao incêndio. (Créditos: Raphael Pizzino/UFRJ)

LUZIA

Um dos itens mais queridos do público é Luzia, a mulher mais antiga das Américas já encontrada. Pedaços de seu esqueleto foram descobertos em 1975, na cidade de Pedro Leopoldo (MG). Logo na semana seguinte ao incêndio do Museu, partes do crânio e do fêmur da Luzia foram resgatados.

Mais destaques

  • A Coleção Egípcia voltou a ser a maior da América Latina
  • Quase toda a coleção de Meteorítica foi preservada
  • Diversas peças de Arqueologia Brasileira foram resgatadas
  • 80% da coleção de Paleovertebrados (fósseis pré-históricos) foi resgatada
  • 07 coleções do Museu estavam nos prédios do Horto Botânico e não foram atingidas
  • 13 coleções tiveram itens resgatados
  • 2.500 toneladas de entulho foram retiradas do Palácio, um volume equivalente a duas estátuas do Cristo Redentor

PROJETO MUSEU NACIONAL VIVE