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Reforma da Biblioteca Central avança

Com um acervo de 500 mil livros, incluindo 1.500 obras raras, a Biblioteca Central do Museu Nacional/UFRJ passa por uma obra de reforma e ampliação, no valor de R$ 10,35 milhões. A transferência de todo o acervo para locais de guarda temporária foi concluída em novembro de 2020.

Ao todo, 26 pessoas atuam diretamente na reforma, que inclui a instalação de rede elétrica de dados, segurança, câmeras e um moderno sistema contra incêndio. A Biblioteca Central do Museu Nacional/UFRJ é uma das mais importantes do país e tem em seu acervo obras importantíssimas, tais como os pergaminhos Ivriim, comumente conhecido como Torah, de 1300; Historia Naturale, de 1841, escrito por Plínio (O Velho); e Description de l’Egypte, uma das únicas três peças existentes no Brasil.

A gestão do contrato é da Associação Amigos do Museu Nacional e a previsão de entrega da nova Biblioteca Central é novembro de 2021.

Biblioteca Central do Museu Nacional em obras (Créditos: Sérgio Nascimento)

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História

Como em todas as bibliotecas de reconhecida importância e precioso acervo, originalmente, a formação de sua coleção se deu pela doação de coleções especiais e doações espontâneas de pesquisadores e diretores do Museu Nacional. Dentre elas, destacamos a doação dos livros e periódicos pertencentes à Comissão de Exploração e os livros de uso particular da Imperatriz Leopoldina.

De fato, o surgimento da Biblioteca é oficializado no decreto de 11 de julho de 1863, assinado pelo ministro do Império, Manoel de Araújo Lima, Marquês de Olinda. E, o crescimento em volumes, inicia-se a partir do intercâmbio do periódico Arquivos do Museu Nacional em 1876, sendo mantido até hoje com outras instituições brasileiras e estrangeiras no mundo inteiro.

Em relação às pessoas que exerceram suas atividades na Biblioteca, destaca-se o primeiro bibliotecário nomeado: Manoel Ferreira Lagos, e o primeiro bibliotecário concursado no país: Manoel Bastos Tigre.

Na década de 40, a Biblioteca é reorganizada dentro de normas e padrões da Biblioteconomia daquela época e obtém um número maior de bibliotecários (onze), atuando na instituição.

Dulce Fernandes da Cunha, pessoa singular na história recente da Biblioteca, preparou junto com outros em comemoração do centenário da Biblioteca em 1963, uma exposição e um livro sobre a história da Biblioteca do Museu Nacional, publicado pela Série Livros em 1966. Já como bibliotecária-chefe, foi sua responsabilidade em 1975 a elaboração e administração do projeto de modernização e atualização da Biblioteca na década de 80.

A conquista de um prédio para a Biblioteca veio após inúmeras justificativas para a necessidade de se ter um espaço maior e mais adequado para abrigar as coleções da Biblioteca, sem se esquecer de mencionar o perigo acarretado pelo peso das estantes sobre os pisos do Palácio do Museu Nacional. A inauguração do novo prédio com 4.000m2 no Horto Botânico da Quinta da Boa Vista acontece no dia 29 de agosto de 1989.

É uma das bibliotecas integrantes do Sistema de Bibliotecas e Informação da UFRJ – SiBI. Com a aquisição de um sistema de automação de bibliotecas pelo SiBI, no final da década de 90, houve a possibilidade da integração dos acervos de todas bibliotecas em uma única base, a Base Minerva da UFRJ.

Saiba mais sobre a Biblioteca Central do Museu Nacional aqui

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